No O Sonho Diz, cada interpretação é fruto de pesquisa e curadoria. Esta página explica como produzimos, revisamos e mantemos o nosso conteúdo — e o compromisso que temos com você, leitor.
Quem cuida do conteúdo
A curadoria é de D. G. da Silva, que estuda tradições oníricas há anos — do Livro dos Sonhos de Artemidoro à psicanálise de Freud e Jung, passando pela rica simbologia popular brasileira. Cada significado publicado aqui passa pela leitura e revisão dela.
Nossas fontes
Não trabalhamos com achismo. As interpretações reúnem, quando fazem sentido para o tema:
- Tradição clássica — Artemidoro de Daldis (Oneirocritica), a mais antiga obra sobre sonhos.
- Psicologia — Sigmund Freud (A Interpretação dos Sonhos, 1900) e Carl Jung (arquétipos, sombra, inconsciente coletivo).
- Simbologia popular brasileira — a leitura do povo, ditados e crenças transmitidos entre gerações.
- Tradições espirituais — leituras da Umbanda, do Candomblé e de passagens bíblicas, sempre com respeito.
Como escrevemos e revisamos
Para cada sonho, comparamos o que diferentes tradições dizem, buscamos a origem cultural do símbolo e escrevemos uma interpretação que seja honesta e útil. Usamos ferramentas modernas de pesquisa e redação para dar conta do volume, mas todo conteúdo passa por curadoria e revisão humana antes e depois da publicação — nada vai ao ar sem esse cuidado.
Nosso compromisso com a honestidade
Sonho não é ciência exata. Por isso você nunca verá aqui promessas de certeza absoluta. Falamos em “costuma significar”, “na tradição”, “pode indicar” — porque o significado final depende de você, das suas emoções e do seu momento. Oferecemos caminhos de reflexão, não verdades fechadas.
Correções
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